
A tecnologia computacional 3D parece ser um meio cada vez mais utilizado pelas marcas automóveis para o desenvolvimento dos seus novos modelos. A técnica não é nova, na medida em que muitos dos automóveis que circulam nas estradas contam com muito do seu desenvolvimento efetuado a partir de ferramentas digitais, sendo também uma técnica amplamente disseminada no mundo da competição, em especial na Fórmula 1, com elevada componente de desenvolvimento por CFD. Com isso, pretendem-se reduzir os custos atribuídos ao desenvolvimento de protótipos para testar soluções.
A última marca a optar por uma abordagem deste género foi a Honda, que no seu renovado Pilot conseguiu eliminar a produção de protótipos feitos à mão, tendo este automóvel sido desenvolvido em ambiente totalmente virtual. Para a produção de peças a marca recorreu, de igual forma, a impressoras 3D.
De acordo com Jeff Tomko, presidente da Honda Manufacturing Alabama, o mais recente Pilot foi desenvolvido “num mundo virtual”, num passo que permitiu encurtar em “diversos meses” o processo de desenvolvimento com duração de três anos, segundo indicou em declarações ao Automotive News.
Tomko indicou, ainda, que serão produzidas diversas variações do Pilot nesta sua nova geração, aproveitando as vantagens concebidas por este novo sistema de produção virtual.
Os protótipos construídos à mão têm por objetivo avaliar a capacidade de produção antes de um modelo passar a essa fase decisiva. Com o Pilot é a primeira vez que a técnica é aplicada de forma completa num modelo totalmente produzido nos Estados Unidos da América, não sendo contudo uma novidade para a Honda, que já o fez, de certo modo, nalgumas variantes do Acura TLX e no ‘kei-car’ nipónico StepWGN, que também chegou à fase de produção sem que se tenha produzido qualquer protótipo real de teste.
Honda Pilot com processo de desenvolvimento virtual
A tecnologia computacional 3D parece ser um meio cada vez mais utilizado pelas marcas automóveis para o desenvolvimento dos seus novos modelos. A técnica não é nova, na medida em que muitos dos automóveis que circulam nas estradas contam com muito do seu desenvolvimento efetuado a partir de ferramentas digitais, sendo também uma técnica amplamente disseminada no mundo da competição, em especial na Fórmula 1, com elevada componente de desenvolvimento por CFD. Com isso, pretendem-se reduzir os custos atribuídos ao desenvolvimento de protótipos para testar soluções. A última marca a optar por uma abordagem deste género foi a Honda,…
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