As ações da empresa norte-americana começaram a crescer em valor desde outubro do ano passado e ganharam um novo “push” depois do governo chinês ter anunciado que não tinha intenção de reduzir em 2020 os subsídios para a indústria dos elétricos (a Tesla iniciou a produção e vendas dos seus modelos na China este mês), indica a Bloomberg.
O novo patamar de 500 dólares foi atingido no mesmo dia em que a Oppenheimer&Co aumentou o preço-alvo da cotada dos 385 dólares para os 612 dólares (mais 28%).
“Acreditamos que a empresa atingiu uma escala crítica suficiente para suportar um FCF (free cash flow) positivo sustentável”, explicam os analistas da casa de investimento Oppenheimer&Co que reconhecem ainda à empresa de Elon Musk “a habilidade de aprender com erros do passado” e uma “ambição maior do que a dos pares”.
A Tesla iniciou o ano de 2020 com ganhos acumulados de 25,70% (reunidos em 2019), tendo já somado mais 19,16% – neste momento a empresa está avaliada em 89,9 mil milhões de dólares, contando uma capitalização bolsista já superior à soma da Ford e General Motors.













