A Walt Disney iniciou esta semana o despedimento de 7.000 trabalhadores. Esta onda de demissões foi anunciada no início do ano e tem como objetivo cortar cerca de 5,5 mil milhões de dólares em custos e tornar o seu negócio de streaming lucrativo.
Num memorando enviado aos funcionários, Bob Iger, CEO da Disney, que regressou à liderança da empresa em novembro passado, anunciou que os despedimentos iam ocorrer em três rondas, sendo que a primeira seria já esta semana.
Os despedimentos representam cerca de 3% da força global de trabalho da Disney.
São várias as divisões afetadas por estes despedimentos – Disney Entertainment, Disney Parks, Experiences and Products e corporativa – desde o setor audiovisual até mesmo à estrutura corporativa da empresa.
Uma das primeiras áreas visadas pelos cortes foram os departamentos de produção e aquisição de televisão, resultando na saída de executivos seniores, confirmou uma fonte.
Entre os despedimentos desta segunda-feira estão a vice-presidente senior de produção de TV na Freeform/Onyx Collective, Jayne Bieber; o diretor de produção e pós-produção da Hulu, Mark Levenstein; e a diretora do departamento de aquisições da Disney, Elizabeth Newman, revelam fontes citadas pela Hollywood Reporter.
No entanto, os serviços “voltados para os hóspedes” não devem ser afetados pelas demissões, revelaram fontes próximas da Reuters
A segunda ronda de despedimentos acontece em abril onde serão reduzidas milhares de posições na gigante do entretenimento, e a ronda final está apontada para acontecer ainda antes do início do verão.
“A difícil realidade de muitos colegas e amigos que deixam a Disney não é algo que consideramos levianamente”, escreveu o Ceo da Disney.






