Pagar o salário mensalmente é uma prática comum nas empresas portuguesas. O pagamento mensal facilita e agiliza os processos administrativos e melhora a gestão do fluxo de caixa. Mas, e se um trabalhador precisar de receber pelos dias que já trabalhou?
As empresas não estão preparadas para dar resposta a pedidos de resgate de uma parcela do salário pelo qual os seus colaboradores já trabalharam. Em caso de um pedido deste género, os processos são maioritariamente manuais e demoram bastante tempo às organizações.
No entanto, a implementação de salários fixos pode contribuir para a produtividade, retenção e motivação do talento. A Paynest identifica três passos para a adoção de salários flexíveis de forma mais simples, rápida e equitativa.
- Estabelecer um mecanismo de resposta ao colaborador: Para impedir que o processo de pedido de resgate de uma parcela do salário seja moroso, as empresas podem adotar plataformas de salários flexíveis, onde podem analisar e atuar sobre o pedido do trabalhador. Se estas estiverem integradas com as plataformas de processamento salarial, os ajustes ao final do mês não terão de ser feitos manualmente.
- Definir critérios transparentes: Devem ser estabelecidos critérios claros e transparentes em relação a estes pedidos para estabelecer uma relação de confiança com os seus colaboradores. Tanto as empresas como os trabalhadores devem estar cientes da percentagem do salário a que é possível aceder e a partir de que momento, por exemplo.
- Preparar colaboradores para este benefício: É importante que as empresas promovam a literacia financeira depois de uma mudança de paradigma de pagamento de salários. Isto pode ser feito através do consumo de conteúdos especializados e do acompanhamento individualizado de coaches, como um complemento deste benefício.











