Ativistas colam-se ao edifício da Galp em protesto contra os lucros recorde da petrolífera

“Os lucros recorde da Galp de 420 milhões de euros no primeiro semestre estão diretamente relacionados com o aumento dos preços e da inflação”, explicaram os ativistas

Francisco Laranjeira

O edifício da Galp, nas Torres de Lisboa, foi palco de uma manifestação de mais de 30 ativistas contra o papel das petrolíferas na crise socioeconómica e climática – houve três manifestantes que se “colaram” às portas da empresa para impedir a entrada dos trabalhadores. O alerta às autoridades foi dado por volta das 9 horas desta segunda-feira.

“Os lucros recorde da Galp de 420 milhões de euros no primeiro semestre estão diretamente relacionados com o aumento dos preços e da inflação”, explicaram os ativistas, em comunicado, acusando a empresa petrolífera de “como as principais petrolíferas do mundo, se aproveitou da invasão da Ucrânia pela Rússia para aumentar os seus preços e os seus lucros como nunca”.



A ação de protestou visou “interromper a atividade regular e criminosa dentro desta empresa e vão manter o bloqueio”, afirmaram.

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