A comissária europeia para a Saúde, Stella Kyriakides, aconselhou esta quarta-feira os cidadãos europeus à vacinação contra a Covid-19 e gripe. Num comunicado conjunto com o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Henri P. Kluge e diretora do ECDC, Andrea Ammon, o apelo público visa evitar “a pressão sobre hospitais e profissionais de saúde”.
The co-circulation of #COVID19 and seasonal influenza could put the most vulnerable and our healthcare systems at risk this winter.
Together with @ECDC_EU and @WHO_Europe, we encourage everyone to come forward for vaccination against both viruses.
➡️Vaccination saves lives. https://t.co/5rIcYrsVxh
— Stella Kyriakides (@SKyriakidesEU) October 12, 2022
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“Embora não estejamos onde estávamos há um ano, está claro que a pandemia da Covid-19 ainda não acabou. Infelizmente, estamos a ver indicadores de que está a subir novamente na Europa, sugerindo que começou outra onda de infeções. Com a chegada do outono e inverno, pode ser esperado o ressurgimento da gripe. Assim, reafirmamos a necessidade de proteger a saúde das pessoas, especialmente as mais vulneráveis”, pôde ler-se no comunicado.
“A potencial co-circulação da Covid-19 e da gripe sazonal vai colocar as pessoas vulneráveis em maior risco de doenças graves e morte, com a probabilidade de aumento da pressão sobre hospitais e profissionais de saúde, já esgotados por quase três anos na linha de frente da pandemia. A vacinação continua a ser uma das principais ferramentas mais eficazes contra ambos os vírus”, avançou, avisando:
“O hemisfério sul, onde o inverno terminou recentemente, experimentou uma temporada de gripe precoce e altamente ativa – podemos esperar um cenário semelhante no hemisfério norte”, finalizou.
Portugal registou, entre 27 de setembro e 3 de outubro, 14.852 infeções pelo coronavírus SARS-CoV-2, 45 mortes associadas à covid-19 e uma ligeira redução dos internamentos, indicou a Direção-Geral da Saúde (DGS), na passada sexta-feira.
Segundo o boletim epidemiológico semanal da DGS, em relação à semana anterior, registaram-se menos 4.729 casos de infeção, verificando-se mais uma morte na comparação entre os dois períodos.











