A Xiaomi começou a dispensar trabalhadores nas divisões de telemóveis e serviços de Internet. Segundo o porta-voz da empresa este processo “afeta menos de 10% da força de trabalho total” e os trabalhadores foram compensados em conformidade com os regulamentos locais.
Segundo a agência ‘Reuters’, o número total de funcionários da Xiaomi era de 35.314 trabalhadores a 30 de setembro, de acordo com os resultados financeiros do terceiro trimestre deste ano. Os trabalhadores encontram-se em grande maioria na China continental (32.609), seguida pela Índia e Indonésia.
Sublinha-se que a Xiaomi não é a única empresa chinesa forçada a despedir trabalhadores. Outras tecnológicas conhecidas como a Weibo, a Tencent e a Alibaba tomaram esta decisão nos últimos meses, tendo em conta a política Covid Zero da China que prejudica muito os negócios.
Em novembro, a Xiaomi apontava para uma queda de 9,7% na receita do terceiro trimestre, afetada pelas restrições do Covid-19 na China e pela diminuição da procura do consumidor. A receita de smartphones, que representam cerca de 60% das vendas totais, caiu 11%, segundo a empresa.













