O Novo Banco admite que o plano de reestruturação ainda por aprovar pela Comissão Europeia pode obrigar a mais cortes de balcões e trabalhadores. A gestão do banco acredita que cumpriu todas as metas exigidas e que este cenário é apenas uma hipótese, revela o ‘Expresso’.
No relatório e contas do primeiro semestre, o Novo Banco diz que o “não cumprimento dos compromissos de viabilidade poderá resultar numa extensão do período de reestruturação e/ou fazer acionar medidas restritivas adicionais, incluindo uma nova redução do número de sucursais e/ou colaboradores”, no entanto, o banco afirma ao semanário estar convicto que os objetivos impostos na reestruturação foram alcançados e mesmo ultrapassados.
Assim, o banco presidido por Mark Bourke mostra-se confiante com o cumprimento das metas traçadas, alertando, no entanto para esta possibilidade. Já por parte da Comissão Europeia ainda não há informações sobre a avaliação do plano.
O Novo Banco já cortou desde o final de 2016 cerca 25% do quadro e 150 agências, num esforço para cumprir com os objetivos de Bruxelas, que inclui ainda a saída do banco de outras geografias e áreas de negócio.




