Realiza-se hoje o leilão para a instalação e exploração de centrais fotovoltaicas em sete barragens de norte e sul do país, que contou com 12 candidaturas.
O leilão de 262 megawatts (MW) de energia solar flutuante em sete albufeiras de barragens foi apresentado em novembro pelo Ministério do Ambiente e Ação Climática, liderado por João Matos Fernandes.
O Governo vai leiloar a exploração de 262 MW em sete diferentes barragens do país: Alqueva, Castelo de Bode, Cabril, Alto Rabagão, Paradela, Salamonde e Tabuaço. As áreas ou capacidade disponível vão desde o mínimo de 8 MW na barragem de Salamonde até 100 MW na barragem de Alqueva.
Dos 262 MW a leilão, 100 estão destinados ao Alqueva, o que levará para esta albufeira o maior projeto de solar flutuante no mundo.
De acordo com o despacho publicado, na região hidrográfica do Tejo serão leiloados 50 MW em Castelo de Bode e 33 MW no Cabril, e na região Norte serão leiloados 42 MW no Alto Rabagão, 17 em Vilar-Tabuaço, 13 MW em Paradela e 8 em Salamonde.
De acordo com Matos Fernandes, o título dominial dos leilões “é por 30 anos”, pelo que “a produção pode acontecer durante 30 anos”, mas o contrato do leilão “é por 15 anos”.
“Quem concorrer, durante 15 [anos] produz eletricidade nas condições que resultarem do leilão. Depois tem os outros 15 anos para produzir em regime de mercado normal”, explicou.
Os próximos leilões ainda não têm data definida, mas, de acordo com o Governo, é possível que estes ocorram em finais de 2022.














