O Grupo Crédito Agrícola informou esta terça-feira dos resultados dos primeiros nove meses do ano, demonstrando um resultado de 129 milhões de euros, valor que representa um crescimento de 85,6% face ao período homólogo (69,5 milhões de euros) e de 23% face ao mesmo período em 2019.
De acordo com a nota enviada pelo banco, o negócio bancário contribuiu com 115,1 milhões de euros para este resultado, número que compara com 56,6 milhões de euros verificados em 2020, um crescimento homólogo de 103,5%.
A carteira de crédito (bruto) a clientes do banco apresentou um crescimento de 5,8% nos últimos 12 meses, para 11,7 mil milhões de euros.
O Grupo informa ainda na mesma nota que, após o fim do período de moratória legal no final de setembro, verificou-se uma redução de 86,8% dos montantes em moratória. O valor passou de 2.767 milhões de euros para 365 milhões de euros. “Do total de moratórias expiradas, no valor de 2.679 milhões de euros, 98,95% retomaram o plano de pagamento original e 87,7% encontram-se em situação regular (stages 1 e 2)”, acrescenta a nota.
“O Banco tem vindo a verificar, nos últimos anos, um incremento sustentado nos resultados líquidos, tendência que reflete uma forte resiliência quer na produção quer na geração de resultados, sobretudo nos depósitos, no crédito e nos seguros. A confiança que os clientes têm demonstrado na solidez do Grupo Crédito Agrícola permitiu-nos alcançar um crescimento de 85,6%”, disse Licínio Pina, Presidente do Grupo Crédito Agrícola.
De recordar que no passado mês de outubro o CA realizou a sua primeira emissão de dívida obrigacionista no mercado internacional, através de títulos representativos de dívida sénior preferencial ligados à Sustentabilidade Social, no valor de 300 milhões de euros.




