Marcelo promove conferência sobre “futuro do trabalho” no ISCTE

conferência “O Futuro do Trabalho Visto Pelos Jovens” abordará também os obstáculos que impedem as universidades de desenvolver modalidades de ensino mais flexíveis, baseadas nos princípios da colaboração e da articulação pluridisciplinar. A inexistência de estímulos à inovação pedagógica e curricular nas universidades será outro tema em debate.

Fábio Carvalho da Silva
Novembro 16, 2021
14:24

A conferência “O Futuro do Trabalho Visto Pelos Jovens” – integrada no ciclo “O Futuro Já Começou”, promovido pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa – vai discutir as alterações que podem melhorar a competitividade da economia portuguesa e a justiça social, proporcionando às novas gerações atividades compatíveis com o aumento de qualificações registado nas últimas décadas.

No dia 22 de novembro, segunda-feira, a partir das 11:00, no Grande Auditório do ISCTE começarão por ser discutidos os impactos da Covid-19 no futuro do trabalho. Seguir-se-á a análise das dinâmicas que estão a transformar o emprego em Portugal. Da parte da tarde, após o painel dedicado à economia, terá lugar o debate sobre as transformações que será necessário fazer na educação para melhorar as qualificações dos portugueses e o desenvolvimento económico e social do país. A intervenção de Marcelo Rebelo de Sousa encerrará a conferência.



“Há duas coisas que são evidentes: necessitamos de modernizar a economia e as empresas em Portugal para que estas se possam abrir a jovens com mais qualificações; e é imperioso gerar dinâmicas de atualização pedagógica, curricular, de acesso e de utilização de novos recursos tecnológicos, nas escolas e nas universidades”, afirma Maria de Lurdes Rodrigues, reitora do Iscte, que abrirá a conferência.

Na sua intervenção, a reitora defenderá soluções que combinem a regulação do mercado de trabalho com a proteção do desenvolvimento económico. “Não faltam exemplos de soluções equilibradas nos países do espaço da União Europeia”, afirma Maria de Lurdes Rodrigues. “A geração que viveu o paradigma do ‘emprego para vida’ não pode deixar às gerações seguintes o paradigma do ‘emprego para o dia’, de que são exemplo típico as novas formas de contrato dos trabalhadores a recibo verde”.

A conferência “O Futuro do Trabalho Visto Pelos Jovens” abordará também os obstáculos que impedem as universidades de desenvolver modalidades de ensino mais flexíveis, baseadas nos princípios da colaboração e da articulação pluridisciplinar. A inexistência de estímulos à inovação pedagógica e curricular nas universidades será outro tema em debate.

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