De pequeno é que se deve começar a poupar. É com esta filosofia que o Mundo Z da Zurich divulga um conjunto de recomendações para os pais começarem a ensinar os seus filhos, desde tenra idade, a gerir o seu dinheiro e a reconhecer a importância de poupar.
Estas estratégias podem ser implementadas para ensinar as crianças a poupar, adaptando os conceitos financeiros às suas etapas de crescimento.
Dos 3 aos 6 anos
Este é o primeiro contacto com a poupança, pelo que deve explicar aos seus filhos o conceito e e transmitir a ideia de que para comprar brinquedos, comida e roupa, é necessário “ter dinheiro”. Pode fazê-lo através de jogos ou contos infantis.
Começar a ajudar a criança a começar a identificar o dinheiro e o seu respetivo valor é também importante.
Dos 7 aos 11 anos
Nesta fase pode começar a transmitir conceitos financeiros mais específicos, abordando questões como o orçamento familiar e a importância de contruir uma poupança para imprevistos.
“Poderá também começar a atribuir-lhes uma semanada simbólica, fomentando o sentido de responsabilidade na gestão do seu próprio dinheiro”, recomenda a Zurich.
Dos 12 aos 14-15 anos
Aproveite este passo para trocar a semanada por uma mesada. “Ajude o seu filho a definir objetivos de poupança de mais longo prazo e explique como essa poupança pode ser remunerada através do conceito de juros”, explica a Zurich.
Nesta fase das suas vidas pode começara a explicar como funcionam alguns produtos financeiros, como os cartões bancários, as contas bancárias, os empréstimos e os seguros.
Dos 16 aos 18 anos
Estamos numa fase pré-maioridade, pelo que já se podem explicar conceitos financeiros mais complexos, como a distinção dos diferentes custos e finalidades do crédito, e as vantagens e desvantagens do recurso a um empréstimo financeiro.
“Para fomentar a importância do valor do trabalho, pode também encorajar os seus filhos a terem uma ocupação durante as férias escolares, ou a desempenharem tarefas que lhes permitam obter alguma remuneração”. Esta motivação para o trabalho deve servir para criar uma responsabilidade de gestão das economias e da poupança nos seus filhos.





