Confiança dos portugueses na evolução da atividade económica continua a subir em setembro, revela ISEG

O índice de confiança do mês de setembro, apurado pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), relativo à evolução da atividade económica portuguesa no curto prazo, assumiu o valor de 37,5, uma subida do nível de confiança relativamente ao mês anterior em que o valor do índice foi de 36,8.

Fábio Carvalho da Silva

O índice de confiança do mês de setembro, apurado pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), relativo à evolução da atividade económica portuguesa no curto prazo, assumiu o valor de 37,5, uma subida do nível de confiança relativamente ao mês anterior em que o valor do índice foi de 36,8.

Em termos homólogos a variação percentual do índice passou de 41% em agosto para 37,4% em setembro, “mantendo-se o efeito base decorrente da queda abrupta do índice em 2020. O nível atual ultrapassa os níveis pré-pandemia. Manteve-se o consenso dos membros do Painel relativamente à evolução da economia”, explica o ISEG.



Créditos: Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG)
Créditos: Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG)

O índice de confiança do ISEG é realizado por um painel de 18 professores do ISEG com base em informação quantitativa e qualitativa previamente recolhida e que inclui os apuramentos de um inquérito realizado mensalmente a todos os docentes do ISEG.

Outros indicadores macroeconómicos do Instituto Nacional de Estatística, referentes a agosto complementam o cenário positivo apontado pelo ISEG.

O indicador de confiança dos Consumidores recuperou em agosto da diminuição observada no mês precedente, após os aumentos verificados nos últimos quatro meses, de forma ténue em junho, revelou o INE.

A par disto, o indicador de clima económico aumentou em agosto, depois de, como explica o INE, “ter interrompido no mês anterior o perfil ascendente observado entre março e junho”.

Os indicadores de confiança aumentaram em agosto na Construção e Obras Públicas, no Comércio e nos Serviços, sobretudo no primeiro caso, enquanto o indicador de confiança na Indústria Transformadora diminuiu nos últimos dois meses.

Os indicadores de confiança dos consumidores e setoriais situam-se acima dos níveis observados no início da pandemia (março de 2020).

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