“Não vale a pena”: Na contramão com palavras de Siza Vieira, Estado já injetou mais 320 mil euros desde a insolvência

O Estado já injetou, desde o início de agosto, 320 mil euros na Dielmar. Parte do envelope financeiro foi atribuído, através da Segurança Social, via apoio à retoma (140 mil euros) e através de empréstimos do Banco de Fomento.

Revista de Imprensa

O Estado já injetou, desde o início de agosto, 320 mil euros na Dielmar. Parte do envelope financeiro foi atribuído, através da Segurança Social, via apoio à retoma (140 mil euros) e através de empréstimos do Banco de Fomento, de acordo com a informação avançada pelo jornal ‘Público’.

É de referir, como aliás recorda a publicação, que no dia 2 de agosto, Pedro Siza Vieira, ministro da Economia e da Transição Digital, anunciou que  não valia a pena “meter dinheiro fresco em cima de uma empresa que neste momento não tem salvação”. “Durante esse tempo, a fábrica de alfaiataria de Alcains, no concelho de Castelo Branco, não produziu uma única peça”, sublinha o mesmo jornal.

Fundada em 1965, em Alcains, por quatro alfaiates que uniram os seus conhecimentos, a Dielmar, que empregava atualmente mais de 300 trabalhadores, pediu a insolvência ao fim de 56 anos de atividade, uma decisão que a administração atribuiu aos efeitos da pandemia de covid-19.

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