Amazon vai “ressuscitar” as suas lojas próprias nos EUA

A Amazon pretende ressuscitar e renovar o modelo de lojas próprias nos EUA. Após a falência de diversas lojas devido ao impacto da Covid-19, a gigante retalhista pretende fazer desta modalidade a sua nova aposta.

André Manuel Mendes

A Amazon pretende ressuscitar e renovar o modelo de lojas próprias nos EUA. Após a falência de diversas lojas devido ao impacto da Covid-19, a gigante retalhista pretende fazer desta modalidade a sua nova aposta.

De acordo com o The Wall Street Journal, citado pelo ‘El Economista’, a Amazon está a estudar a possibilidade de “abrir superfícies comerciais para enchê-las com os seus produtos das marcas mais conhecidas, por forma a aumentar a sua influência na venda de têxteis, artigos para a casa ou equipamentos eletrónicos”.



Com um tamanho limitado a menos de 10.000 metros quadrados, em comparação com os 30.000 metros quadrados convencionais, as lojas serão lançadas nos estados do Ohio e Califórnia.

“Não é a primeira vez que a empresa fundada por Jeff Bezos faz incursões num ambiente físico. A Amazon abriu a sua primeira loja física em 2015 com uma livraria em Seattle, voltando às suas raízes. Em 2017, adquiriu os supermercados Whole Foods. E lançou ainda lojas temporárias para expor os produtos de maior sucesso da empresa”, pode ler-se no ‘El Economista’.

A criação de lojas físicas permitirá à Amazon um melhor envolvimento com o cliente, disponibilizando assim uma montra dos seus produtos aos seus clientes, para que estes possam ver e experimentar.

A loja física permitiria à Amazon oferecer aos consumidores um grande número de itens que eles poderiam experimentar pessoalmente antes de decidirem pela compra. Isso seria particularmente benéfico para roupas, que costumam ser o produto mais problemático para comprar online.

 

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