Em julho, o BCE reviu a sua meta de inflação e subiu para 2%, admitindo ainda margem para ser ultrapassada, em períodos transitórios.
Em comunicado, o BCE avança que decidiu substituir a sua atual meta de inflação, definida como um valor “abaixo mas próximo de 2%”, por uma meta mais simples, de apenas 2%.
A entidade liderada por Christine Lagarde esclarece que o objetivo de 2% é totalmente simétrico, ou seja, que os desvios negativos e positivos da inflação face ao objetivo são igualmente “indesejáveis”.
No entanto, os desvios temporários para cima de 2% são “toleráveis” pelo BCE, tais como aqueles que se preveem que possam acontecer durante a segunda metade deste ano.
Esta foi a primeira revisão estratégica do banco central desde 2003.














