As gigantes tecnológica chinesas têm vindo a mover-se no sentido de alterar os seus modelos de negócios e práticas laborais a fim de se anteciparem aos avanços das entidades reguladoras, de acordo com a CNBC.
No ano passado, os reguladores introduziram novas regras de antimonopólio para empresas de Internet e segurança de dados, visando grandes empresas de tecnologia, com aplicação de sanções.
A oferta pública inicial recorde do Ant Group foi suspensa pelos reguladores em novembro, enquanto o Alibaba recebeu uma multa de 2,37 mil milhões de euros como resultado de uma investigação antimonopólio.
Recentemente, a startup chinesa Didi, criada em 2012, foi alvo de uma severa revisão de segurança cibernética dias após a sua massiva IPO, tendo o principal regulador do ciberespaço da China proibido o descarregamento da aplicação móvel, no âmbito de uma investigação.
Em fevereiro, os reguladores chineses anunciaram novas regras antimonopólio para plataformas de internet, numa preocupação crescente com a dimensão e o poder das empresas de tecnologia do país, que se tornaram algumas das maiores do mundo, amplamente livres de regulamentações.





