RE/MAX – Posição de liderança

Uma solução segura para quem quer comercializar imóveis, tanto no mercado residencial como no de investimentos. Assim se assume a re/max, que está agora a alargar o leque de serviços aos clientes

Executive Digest

É a maior rede de franchising de imobiliário do País e aquela que mais imóveis vende. A celebrar 18 anos de presença no mercado, a RE/MAX tem tido reconhecimentos contínuos como “A melhor empresa para trabalhar”, “Superbrand” e “Escolha do Consumidor”.

Em entrevista, Beatriz Rubio e Manuel Alvarez, CEO e presidente (respectivamente) da empresa de imobiliário, falam- -nos da liderança de mercado, da importância dos agentes, do comportamento de um mercado em crescimento e da criação de novas empresas dedicadas à obtenção de crédito e à construção e remodelação.



O mercado imobiliário está em profunda transformação. Como é que está a acompanhar esta transformação?

A RE/MAX acompanha esta transformação antecipando a evolução do mercado e as necessidades dos clientes. Por exemplo, tem um departamento de estatística muito bom cuja informação produzida apoia a nossa actividade. Portugal e sobretudo Porto, Lisboa e Algarve gozam neste momento de uma popularidade no mundo sem precedentes e o facto de as atenções estarem concentradas no país, considerado por muitos como a Califórnia da Europa, tem implicações no sector imobiliário, cujo crescimento tem batido recordes nos últimos anos. A nossa filosofia e o nosso código partilhado é o que melhor nos preparou para esta fase. Os nossos agentes têm um rendimento muito acima da média, o que os motiva a manterem a nossa posição de liderança. Numa fase de crescimento como esta, somos uma solução segura para quem quer comercializar imóveis, tanto no mercado residencial como no de investimentos, até porque temos um conhecimento no mercado ímpar e partilhamos esse conhecimento com todos os agentes. Além disso, estamos a complementar a nossa actividade com empresas corno a MaxFinance, dedicada à obtenção de crédito e a MELOM/Querido Mudei a Casa Obras, destinadas a construção e remodelação, o que nos permite oferecer um leque de serviços aos nossos clientes que mais nenhuma imobiliária no país consegue.

A marca assume a liderança no panorama dos franchisings imobiliários em Portugal. Como avalia o mercado de mediação imobiliária?

Os resultados da RE/MAX no primeiro semestre deste ano vêm confirmar o bom momento que a economia portuguesa atravessa e que se reflecte em diversos sectores, entre os quais no imobiliário. Aliás, já como referia o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal, num quadro de melhoria generalizada dos níveis de confiança e das perspectivas quanto à evolução futura dos preços do imobiliário e de condições de financiamento mais favoráveis, regista-se um aumento da procura de habitação pelas famílias portuguesas, assim como o aumento da procura de habitação por não residentes, num quadro de forte crescimento do turismo residencial. Ora, a RE/MAX é líder neste sector, fruto de uma grande aposta nos agentes e na sua formação. Deste modo, temos antecipado as tendências e respondido eficazmente ao crescimento que a economia nacional e o mercado imobiliário no país têm registado.

Com o sector imobiliário em crescimento em Portugal e os preços a subirem nos grandes centros urbanos. Qual o posicionamento da RE/MAX?

Tornámo-nos uma das marcas mais respeitadas do mundo, reconhecida e premiada anualmente. Somos, além da maior rede de “franchising” de imobiliário do país, aquela que mais imóveis vende. Acho que, à partida, é o que mais nos distingue: se vendemos e se vendemos bem, o nosso cliente fica satisfeito, repete e recomenda o nosso serviço. Mas, para vendermos e vendermos bem, temos de ter por trás toda uma filosofia que motive e satisfaça os nossos colaboradores e parceiros. O modelo de gestão está centralizado no comercial, o que nos permite recrutar e reter os melhores profissionais. Isto, porque praticamos benefícios mútuos para todas as partes: agência, agentes imobiliários e clientes. “Todos Ganham” é a máxima da RE/MAX e a matriz do seu modelo de organização. Cada agência integra agentes imobiliários que se associam à nossa marca, financiam a promoção e a formação.

Beneficiam do modelo de gestão da RE/MAX do apoio da rede, da notoriedade da marca e do princípio da máxima comissão. Foi assim que alterámos as regras até então praticadas pelo sector, na altura muito pouco profissionalizado. Fomos pioneiros na definição de um código genético empresarial, que define o ADN e que é seguido por todos os agentes. Foi a forma que encontrámos para manter a coesão em toda a rede e a partilha de princípios.

Qual é a estratégia, em Portugal?

Comemora este ano, 18 anos de presença no mercado nacional, 16 dos quais enquanto maior rede imobiliária a operar no país. São já perto de duas décadas de sucesso, com reconhecimentos contínuos como “A melhor empresa para trabalhar”, “Superbrand” e “Escolha do Consumidor” que nos enchem de orgulho de uma vasta rede de colaboradores que, diariamente, trabalha para o futuro promissor da marca em território nacional.

Qual é o balanço da actividade da rede imobiliária no País?

O balanço é positivo, a RE/MAX é neste momento maior imobiliária a operar em Portugal, tendo encerrado o ano de 2017 com um total de volume de preços na ordem dos 3,3 mil milhões de euros, relativos às cerca de 60 000 transacções, 76% das quais de compra e venda de imóveis. A RE/MAX culminou assim o ano com um crescimento de 17% no volume total de transacções e de 37% em volume de negócios. A confirmar o bom momento que a economia nacional atravessa e fruto de um maior acesso ao crédito, os clientes portugueses representaram 87% das transacções da RE/MAX e 83% da facturação da rede. Os brasileiros investem cada vez mais em imobiliário em Portugal, sendo dessa nacionalidade os estrangeiros que mais negociaram com a consultora, destronando os franceses (líderes em 2016) e os chineses (líderes em 2015).

Já no primeiro semestre de 2018, a RE/MAX fechou com um total de volume de preços na ordem dos 2 mil milhões de euros, o correspondente a 60,6% do total movimentado no ano passado. Nos primeiros seis meses de 2018, a RE/MAX transacionou 29 882 imóveis, sendo o valor gerado por estes 27,6% superior ao montante movimentado em período homólogo do ano passado, em que a imobiliária comercializou 1,6 mil milhões de euros.

Como transformaram o imobiliário num negócio de grandes dimensões?

A RE/MAX tem tido uma evolução bastante positiva, sólida e consistente ao longo destes 18 anos. Fruto disso são os resultados crescentes que temos vindo a alcançar e que nos permitem manter uma vantagem competitiva constante, num mercado com uma fluente procura por oportunidades de investimento vindouras e a longo prazo.

Em 2000, quanto chegámos ao mercado português, deparámo- -nos com um desconhecimento absoluto por parte da população do potencial que o sector poderia ter. Há data, o sector imobiliário em Portugal era um mercado fragmentado, com muitas pequenas imobiliárias e poucos vendedores, pouca profissionalização e um desconhecimento absoluto da tipologia de negócio de franchising e dos benefícios que este poderia trazer para cada agente. Coube- -nos arranjar ferramentas para dinamizar a marca, as vantagens que esta viria a trazer para o sector, para os investidores e para os especialistas da área.

Como é que se pode fazer parte da rede de franchising da RE/MAX?

É necessário ser empreendedor e ter espírito vencedor. Estas características juntamente com a marca RE/MAX fazem com que qualquer pessoa possa ser um consultor imobiliário de sucesso.

Todos os anos apostam em comunicação. Em que meios estão?

Estamos presentes em todos os meios below e above the line.

Qual é o foco da RE/MAX?

O principal assenta no crescimento em número de agências e agentes.

O que ressalva no próximo ano?

O poder económico das famílias portuguesas continua a mostrar sinais de crescimento, os preços do sector estabilizaram e a adesão e concessão de crédito à habitação deverão manter-se inalterados. Estes são factores mais do que significativos, que nos levam a acreditar que 2019 será um ano em que o mercado imobiliário continuará a registar um crescimento bastante positivo, não apenas para o consumidor nacional, como para os investidores estrangeiros que vêem em Portugal uma oportunidade de investimento a longo prazo.

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