A Pinterest definiu novas metas para aumentar o número de mulheres em cargos de liderança e a diversidade étnica do seu corpo de trabalho, depois de vários meios de comunicação terem noticiado alegados casos de discriminação.
Em declarações ao “The Wall Street Journal”, Ben Silbermann, co-fundador e presidente da Pinterest, assumiu a responsabilidade pelas experiências que os funcionários têm no espaço de trabalho, afirmando que foi difícil saber que alguns funcionários foram vítimas de discriminação.
“O que pode resultar disto é percebermos aquilo em que é preciso melhorar e fazer mudanças”, referiu Silbermann, naquela que foi a sua primeira entrevista desde que a empresa concordou em pagar 22,5 milhões de dólares para resolver um processo judicial de preconceito de género.
A empresa anunciou, esta terça-feira, que até 2025 pretende aumentar o número de pessoas que emprega de etnias pouco representadas de 12% para 20%.
Com um total de cerca de 2.700 empregados, a Pinterest tem ainda como objetivo aumentar o número de mulheres em posições de liderança de 30% para 36%.
Silbermann revelou também que a empresa alcançou “igualdade de remuneração” em todo o país por etnia e género, tendo ainda canalizado cerca de um milhão de dólares para ajustes na remuneração dos funcionários no segundo semestre de 2020.










