Agentes da PSP atacados por grupo de 30 pessoas em Oeiras

Do incidente resultou a detenção de três indivíduos, explica a força de segurança num comunicado enviado às redações. 

Simone Silva

A Polícia de Segurança Pública (PSP) foi atacada na passada madrugada por um grupo de pessoas em Porto Salvo, Oeiras. Do incidente resultou a detenção de três indivíduos, segundo um comunicado enviado às redações. Apesar de a PSP não detalhar quantos são os agressores, segundo a ‘CMTV’ trata-se de um grupo de cerca de 30 pessoas.

«O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da Divisão Policial de Oeiras, no dia 2 de março, pela 1h00, na freguesia de Porto Salvo, procedeu à detenção de três homens de 24, 26 e 50 anos de idade, pelos crimes de agressão a Agente de autoridade, resistência e coação e injurias», começa por referir a força de segurança.

Segundo a PSP, «após a denúncia de que se encontrava um indivíduo na via pública a gritar, incomodando os restantes residentes, foram acionados meios policiais para o local. No momento da chegada de polícias à civil, este, reconhecendo-os, dirigiu-se a eles com comportamento violento e agrediu um dos elementos policiais, tendo sido necessário recorrer à força física para conter as suas agressões e para fazer face à forte resistência por ele colocada», explica.

«Em consequência, familiares e amigos aproximaram-se dos polícias na tentativa de impedir que a detenção se concretizasse, arremessando vários objetos contra os agentes, colocando em risco a sua integridade física, e fazendo com que o detido conseguisse libertar-se por momentos e reunir-se ao grupo de indivíduos que entretanto ali compareceu», adianta a força de segurança na mesma nota.

A PSP revela ainda que, «de seguida, e com reforço policial, foi mantida a sua detenção, restabelecida a ordem pública – havendo necessidade de utilização de arma de fogo de baixa potencialidade letal – e procedeu-se à detenção de mais dois homens pelo crime de agressão a agente de autoridade, resistência e coação».

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«Os detidos serão presentes a primeiro interrogatório judicial, Serviços do Ministério Publico da Comarca de Lisboa Oeste, Oeiras para eventual aplicação das medidas de coação», conclui o comunicado.

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