
A Aston Martin está a ponderar alargar a sua gama para sete modelos sendo que alguns deles poderão vir a dispor de tecnologia eléctrica ou híbrida, segundo adiantou Andy Palmer, CEO daquela marca de luxo, à Autocar aquando da participação da marca nas 24 horas de Nürburgring.
O responsável adiantou que não retira a possibilidade de produzir versões com uma destas fontes de energia alternativas uma vez que à medida que o tempo passa, será inevitável para a marca não aderir a esta tendência.
“Penso que no futuro prefiro produzir um modelo híbrido do que um de quatro cilindros. Imaginem algo como um Rapide [mas] 4×4, de 1000 cv e silencioso… Com uma bateria eléctrica isto poderia ser possível até porque acredito que o nosso slogan ‘poder, beleza e alma’ não tem de se cingir simplesmente aos motores a gasolina”, concluiu.
Enquanto não são confirmados os planos para estas novas apostas, Palmer adiantou desde já que as 7000 unidades produzidas por ano não são sustentáveis para a empresa e que é necessário encontrar uma solução uma vez que a Aston Martin já esteve falida sete vezes na sua história.
Em termos de futuro imediato, o próximo modelo que marcará a nova era do fabricante britânico será o DB9, em substituição do DB11, que conta com muitas novidades tecnológicas, fruto da parceria da marca com a Daimler.
Aston Martin pondera gama de modelos híbridos
A Aston Martin está a ponderar alargar a sua gama para sete modelos sendo que alguns deles poderão vir a dispor de tecnologia eléctrica ou híbrida, segundo adiantou Andy Palmer, CEO daquela marca de luxo, à Autocar aquando da participação da marca nas 24 horas de Nürburgring. O responsável adiantou que não retira a possibilidade de produzir versões com uma destas fontes de energia alternativas uma vez que à medida que o tempo passa, será inevitável para a marca não aderir a esta tendência. “Penso que no futuro prefiro produzir um modelo híbrido do que um de quatro cilindros. Imaginem algo como um Rapide [mas] 4×4, de 1000 cv e silencioso… Com uma bateria eléctrica isto poderia ser possível até porque acredito que o nosso slogan ‘poder, beleza e alma’ não tem de se cingir simplesmente aos motores a gasolina”, concluiu. Enquanto não são confirmados os planos para estas novas apostas, Palmer adiantou desde já que as 7000 unidades produzidas por ano não são sustentáveis para a empresa e que é necessário encontrar uma solução uma vez que a Aston Martin já esteve falida sete vezes na sua história. Em termos de futuro imediato, o próximo modelo que marcará a nova era do…

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