Vários centros de saúde das regiões de Lisboa e Vale do Tejo (LVT), mas também do Norte, têm optado por uma alternativa para proteger os utentes, que estão nas filas, do mau tempo que se faz sentir: montam toldos e tendas nos espaços exteriores, segundo o ‘Jornal de Notícias’ (JN).
Com a pandemia da Covid-19 não é recomendável que a população se aglomere dentro dos edifícios, uma vez que são espaços fechados e por isso contribuem para a propagação do vírus, como tal, têm de esperar no exterior, razão pela qual foram criados os toldos, úteis sobretudo em dias de frio e chuva.
Segundo a mesma publicação, em LVT, «para fazer face à necessidade de proteção dos utentes nos dias em que se verifica mau tempo, estão a ser adquiridas estruturas adequadas (como toldos, tendas ou outras coberturas) para instalação junto aos edifícios que não dispõem de estruturas de proteção, de modo a proporcionar maior conforto aos utentes», explica a Administração Regional de Saúde (ARS).
Para além disso, «estão a ser reorganizados os horários dos profissionais e das consultas, de forma a diminuir a afluência e as filas de espera em determinadas horas do dia (como por exemplo, mas primeiras horas da manhã)”».
A ARS LVT acrescenta ainda que «estão em curso processos de reforço de pessoal para as unidades e a ser criadas áreas dedicadas para atendimento específico de doentes com problemas respiratórios, com espaços autónomos e circuitos próprios, retirando afluência aos centros de saúde».
Já a ARS Norte referiu ao ‘JN’ que «na maior parte dos Agrupamentos de Centros de Saúde», exceto unidades de saúde mais pequenas, «foram e estão a ser colocadas tendas e ou toldos de proteção». Um trabalho que está a ser articulado «com a colaboração da Proteção Civil e autarquias», para reduzir os grandes aglomerados e «minimizar os efeitos das condições climatéricas nos utentes».
Adicionalmente, os horários de atendimentos nesta unidades estão a ser «reorganizados/desfasados», com «as unidades com maior número de utentes inscritos a recorrer ao agendamento de consultas para diminuir a concentração de pessoas», refere o ‘JN’.






