O conceituado jornal brasileiro, Folha de S. Paulo, enganou-se em dois dos três nomes de Marcelo Rebelo de Sousa, na terça-feira quando noticiava a morte de Eduardo Lourenço, professor e filósofo português.
Quando se referia ao comunicado publicado na página da Presidência da República, ao qual o jornal classificou como «site do governo» (outro erro) a lamentar o sucedido, a publicação brasileira escreveu erradamente o nome do Presidente português, como «Marcelo Rabelo de Souza».

Nessa mesma nota Marcelo classificou Eduardo Lourenço como «o nosso mais importante ensaísta e crítico, o nosso mais destacado intelectual público», sublinhando que «poucos foram os «estrangeirados» tão obsessivos na sua relação com os temas portugueses, com a cultura, identidade e mitologias portuguesas, com todos os seus bloqueios, mudanças e impasses».
«Vencedor de diversos prémios, incluindo o Pessoa e o Camões, distinguido por quatro vezes com ordens nacionais, e também reconhecido no estrangeiro, o Prof. Eduardo Lourenço deu-me a honra de integrar o Conselho de Estado», disse Marcelo apresentando «as mais sentidas condolências pela perda».
Esta quarta-feira é Dia de Luto Nacional pela morte de Eduardo Lourenço. As cerimónias fúnebres estão marcadas para esta manhã, a partir das 11h, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.













