A cadela do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, poderá ter contraído o novo coronavírus quando o governante estava nos cuidados intensivos, no mês de abril, escreve o Daily Mirror.
Durante essa altura, Dilyn – a cadela de Boris Johnson, uma Jack Russell Terrier – estava “exausta e demasiado cansada para ir passear”. “Sabe-se que o vírus ‘rondou’ Downing Street, mas parece ter afetado também a pequena Dilyn”, disse uma fonte ao The Sun.
A cadela estava “muito letárgica, cansada e não saltava tanto”. Depois, Dilyn “recuperou completamente e ficou em forma”, adiantou a mesma fonte.
Sabe-se que os gatos e os cães podem contrair o novo coronavírus, no entanto, normalmente só têm sintomas ligeiros e não costumam transmitir a doença. “É raro um animal contrair o novo coronavírus, e eles tendem a apresentar apenas sintomas ligeiros e a recuperar em poucos dias”, lê-se no site do governo britânico.
Dilyn foi resgatada por uma instituição de caridade de animais Amigos dos Animais de Gales antes de ser adotada e foi transferida para Downing Street – residência oficial do primeiro-ministro – em setembro do ano passado.
Boris Johnson foi o primeiro líder mundial a ser diagnosticado com a doença, em 26 de março, inicialmente com sintomas ligeiros de tosse e febre, o que lhe permitiu continuar a trabalhar numa fase inicial do período de isolamento.
O primeiro-ministro voltou a Downing Street quase um mês depois da infeção inicial. Numa mensagem publicada na rede social Twitter, Boris Jonhson agradeceu a Luís Pitarma, enfermeiro português, pelo tratamento que recebeu durante o internamento no hospital St. Thomas, em Londres.





