O investimento de 26 milhões de euros no reforço das unidades de cuidados intensivos de 16 hospitais foi aprovado na quinta-feira, prevendo-se que sejam contratados mais 95 médicos, 626 enfermeiros e 198 assistentes operacionais, bem como adquiridas mais 914 camas, de acordo com o ‘Público’.
Este reforço aprovado em conjunto pelos ministérios da Saúde e das Finanças, visa tornar possível a resposta de Portugal à pandemia da Covid-19, na tentativa de evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde (SNS), temido há muito.
Com esta decisão a capacidade instalada das unidades de cuidados intensivos vai aumentar cerca de 45%, segundo a mesma publicação, coincidindo com o aconselhável pela proposta de referenciação de medicina intensiva, a cargo de uma comissão de especialistas.
«O documento agora aprovado aponta um caminho» de reforço que envolve «os conselhos de administração das instituições hospitalares e os serviços de medicina intensiva no incremento imediato da capacidade de internamento», afirma o Ministério da Saúde num comunicado citado pelo ‘Público’.
Recorde-se que em Abril criou-se um programa de financiamento para adquirir não só ventiladores, como também outros equipamentos médicos necessários para combater a epidemia viral, nomeadamente monitores cardíacos, bombas e seringas infusoras, para já nessa altura, reforçar a capacidade instalada do SNS e das unidades de cuidados intensivos.













