A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,950% em julho, valor superior em 1,8 pontos base, (0,932% no mês anterior), segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgados esta quinta-feira.
Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 0,900% em junho para 0,969% em julho.
No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 77 euros, fixando-se em 54 203 euros. A prestação média desceu 2 euros, para 226 euros.
Para o destino de financiamento Aquisição de Habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de
juro implícita para o total dos contratos subiu para 0,966% (+2,0 p.b. face a junho). Nos contratos celebrados nos
últimos 3 meses, a taxa de juro para este destino de financiamento fixou-se em 0,963%.
Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação vencida desceu 2 euros, para 226 euros. Deste
valor, 43 euros (19%) correspondem a pagamento de juros e 183 euros (81%) a capital amortizado.
Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação subiu para 286 euros.
Em julho, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos subiu 77 euros face ao mês anterior, fixando-se nos
54 203 euros. Para os contratos celebrados nos últimos 3 meses, o montante médio do capital em dívida foi 109 242
euros, mais 782 euros que em junho.














