24M Technologies cria baterias eléctricas mais eficientes

[youtube height=”HEIGHT” width=”WIDTH”]https://www.youtube.com/watch?v=nQi9eWUjV6c[/youtube] Baterias de lítio mais potentes e eficientes: é esta a promessa da empresa 24M Technologies, fundada em 2010 e que deriva da A123 Systems, companhia com o mesmo âmbito e que mais recentemente esteve nas notícias pela sua falência e posterior ressurgimento sob alçada de capitais chineses. Nos últimos tempos, esteve também em destaque pelo litígio em que esteve envolvido com a Apple, devido à contratação de alguns dos seus executivos. De acordo com a 24M Technologies, a foi desenvolvido um novo esquema de produção para as baterias, demorando apenas 20% do tempo que é necessário…

Daniela Portugal

[youtube height=”HEIGHT” width=”WIDTH”]https://www.youtube.com/watch?v=nQi9eWUjV6c[/youtube]
Baterias de lítio mais potentes e eficientes: é esta a promessa da empresa 24M Technologies, fundada em 2010 e que deriva da A123 Systems, companhia com o mesmo âmbito e que mais recentemente esteve nas notícias pela sua falência e posterior ressurgimento sob alçada de capitais chineses. Nos últimos tempos, esteve também em destaque pelo litígio em que esteve envolvido com a Apple, devido à contratação de alguns dos seus executivos.
De acordo com a 24M Technologies, a foi desenvolvido um novo esquema de produção para as baterias, demorando apenas 20% do tempo que é necessário para a produção de outros tipos de baterias de iões de lítio. Por outro lado, deverá apresentar custar substancialmente menores, com a 24M a indicar que custarão apenas metade do que as suas concorrentes oferecem até ao final da década. A 24M diz ter encontrado uma forma de remover em 80% os materiais incapazes de armazenar energia e de expandir a capacidade dos eléctrodos (condutores eléctricos) em cinco vezes.
Embora tenha produzido apenas nove mil baterias para utilização em armazenamento de energia, a empresa tem 50 colaboradores e um fundo de 44.6 milhões de euros para investir. O próximo objectivo da 24M é entrar no segmento dos veículos Plug-in que detenham aquilo que a empresa chama de eléctrodos “semi-sólidos”, com a promessa de que um kW por hora custará menos de 90 euros até 2020.

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