Wall Street fecha em alta e a renovar recordes do Nasdaq e S&P500

A bolsa nova-iorquina manteve hoje a sua tendência ascendente, por influência do setor tecnológico, com os investidores a saudarem o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping na China.

Executive Digest com Lusa

A bolsa nova-iorquina manteve hoje a sua tendência ascendente, por influência do setor tecnológico, com os investidores a saudarem o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping na China.


Os resultados definitivos da sessão mostram que o índice tecnológico Nasdaq e o alargado S&P500 fixaram novos recordes, ao valorizarem 0,88% e 0,77%, respetivamente, para 26.635,22 e 7.501,24 pontos.


Por sua vez, o seletivo Dow Jones Industrial Average avançou 0,75%, voltando a ficar acima do limiar simbólico dos 50 mil pontos.


“O clima está globalmente otimista”, comentou Patrick O’Hare, da Briefing.com, em declarações à AFP.


“O mercado continua a avançar, apesar das vozes que se elevam para dizer que está sobreavaliado”, acrescentou.

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“Cada baixa ligeira é seguida por compras e os títulos principais que nos trouxeram até aqui continuam a imperar”, prosseguiu.


Este é o caso específico dos valores tecnológicos, incluindo alguns dos grandes nomes dos semicondutores.


Primeira capitalização mundial e símbolo da euforia em torno da inteligência artificial (IA), a Nvidia valorizou 4,39%, aproximando-se do limiar histórico dos seis biliões (milhão de milhões) de dólares de capitalização bolsista.

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Outro sinal da atração da IA veio do desempenho bolsista inicial da start-up Cerebras, que fechou hoje a cotar 68,15% acima do valor de introdução no mercado.


Ao mesmo tempo, “os investidores congratulam-se com as discussões positivas entre os EUA e a China em Pequim”, apontou Jose Torres, da Interactive Brokers.


Os investidores estão a antecipar “uma maior cooperação entre as duas maiores economias do mundo”, sublinhou este operador.


“Devemos ser parceiros, não rivais”, disse hoje Xi a Trump. Prometeu perante os empresários norte-americanos que as portas do seu país “iriam abrir-se ainda mais”, segundo um meio estatal.

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