Vendas da Aston Martin caíram 32% em 2020

As vendas da Aston Martin caíram acentuadamente em 2020 como resultado da pandemia de covid-19, mas uma forte procura pelo novo SUV DBX permitiu alguma recuperação no último trimestre do ano.

Executive Digest

As vendas da Aston Martin caíram acentuadamente em 2020 como resultado da pandemia de covid-19, mas uma forte procura pelo novo SUV DBX permitiu alguma recuperação no último trimestre do ano.

A marca britânica registou um total de 4.150 vendas a retalho ao longo do ano, o que representa uma queda de 32% face ao mesmo período em 2019. Quanto ao volume total – incluindo vendas a concessionários -, a queda foi de 42%, de 5.862 unidades em 2019 para 3.394 em 2020.



Em resultado, o lucro anual caiu de 980,5 milhões de libras em 2019 para 611,8 milhões de libras no ano passado. A Aston Martin teve ainda perdas operacionais no valor de 323 milhões de libras – incluindo 98 milhões de libras em “ajustes operacionais, nomeadamente na área de pesquisa e desenvolvimento, devido à mudança de planos em termos de tecnologia e ciclo”.

O novo DBX contribuiu com mais de um quarto das vendas totais, com 1.171 unidades vendidas no último trimestre, o mais forte do ano. Além da venda de 32 modelos, contra 10 no trimestre anterior, e uma “redução do suporte financeiro total de clientes e retalhistas”, a Aston Martin registou um crescimento de 3% neste trimestre.

Durante a apresentação de resultados, o novo CEO da marca, Tobias Moers, levantou um pouco a ponta do véu da estratégia “Project Horizon” que a Aston Martin vai adoptar a partir de agora. As prioridades para este ano são começar as entregas do há muito esperado super carro Valkyrie no segundo trimestre, bem como o lançamento de novas versões do DBX no terceiro trimestre.

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