Universidade do Michigan cria cidade para veículos autónomos

[youtube height=”HEIGHT” width=”WIDTH”]https://www.youtube.com/watch?t=78&v=fsyAr_VLQ_E[/youtube] A Universidade do Michigan criou uma réplica à escala real de uma cidade, com o único propósito de testar os veículos autónomos e interligados entre si. Apelidada muito apropriadamente de MCity, esta pequena cidade pretende promover os testes dos mais diversos veículos com condução autónoma, sem colocar em causa a segurança de terceiros. A MCity representa um investimento de 10 milhões de euros, contando com muitas das características reais de uma cidade a sério, como estradas com várias faixas, cruzamentos com sinalização semafórica (no total são 11), passadeiras, sinais de limite de velocidade e de perigo,…

Pedro Junceiro

[youtube height=”HEIGHT” width=”WIDTH”]https://www.youtube.com/watch?t=78&v=fsyAr_VLQ_E[/youtube]

A Universidade do Michigan criou uma réplica à escala real de uma cidade, com o único propósito de testar os veículos autónomos e interligados entre si. Apelidada muito apropriadamente de MCity, esta pequena cidade pretende promover os testes dos mais diversos veículos com condução autónoma, sem colocar em causa a segurança de terceiros.



A MCity representa um investimento de 10 milhões de euros, contando com muitas das características reais de uma cidade a sério, como estradas com várias faixas, cruzamentos com sinalização semafórica (no total são 11), passadeiras, sinais de limite de velocidade e de perigo, lugares de estacionamento com parquímetros, estradas vedadas, passagem de nível, vários tipos de piso e até um pequeno troço de auto-estrada com vias de aceleração e de desaceleração.

O objectivo é que as marcas automóveis possam trocar os ensaios realizados na via pública por testes num ambiente mais controlado, com menor propensão para estragos avultados ou para causar lesões a terceiros. Contudo, nesta cidade fictícia, podem ser simulados cenários realistas de situações perigosas a que o autónomo terá de responder.

Peões reais só nas bermas…

Numa cidade em que todos os elementos foram criados para testar as reacções e comportamento deste tipo de veículos, os peões não foram descurados. Ou quase. Também saído dos laboratórios daquela universidade norte-americana, Sebastian é um robô que serve de peão e que tem como ‘missão’ dificultar a vida aos veículos autónomos que circulam na cidade, podendo surgir no seu caminho a qualquer instante. Sendo um robô, não existe qualquer perigo no caso de uma falha no sistema de orientação dos veículos autónomos redundar em atropelamento.

A Universidade do Michigan chegou mesmo a detalhes específicos para dificultar a actuação dos veículos autónomos, como sinais de trânsito pintados pela mão de ‘graffiters’ ou marcações das faixas bastante apagadas.

Peter Sweatman, director do Centro de Mobilidade da Universidade do Michigan, destaca a importância de poder testar novas e revolucionárias tecnologias num ambiente controlado de teste.

“As nossas cidades serão muto melhores para se viver, bem como os nossos subúrbios. Estas tecnologias abrem verdadeiramente a porta para a mobilidade do século XXI”, refere Sweatman.

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