Uma entrada com estilo

Após a recente IPO da sua empresa, José Neves, CEO da Farfetch, fala do futuro da moda, do desperdício como grande problema do sector e dos benefícios inesperados de uma recessão global.

Por Amy Farley, Fast Company

Em Setembro, uma década depois de ter começado a criar um mercado online para lojas independentes de todo o mundo, José Neves, CEO e fundador da Farfetch, levou a empresa para a bolsa. Vale agora mais de 6,2 mil milhões de euros e envolve a plataforma original (que vende itens de mais de 980 lojas e marcas), serviços de comércio electrónico de marca branca para designers como Thom Browne e Derek Lam, e até retalho físico.

Lançou a Farfetch duas semanas depois de o Lehman Brothers ter caído em 2008. Como foi lançar uma empresa de moda de luxo numa altura dessas?
Criar uma empresa é assustador que chegue. Criar uma empresa no meio de uma tempestade financeira foi aterrador. Havia o medo de um Armagedão no sector [da moda]. E nós estávamos a tentar lançar um projecto muito ambicioso: criar uma plataforma para lojas e marcas. Mas houve também beleza colateral na crise financeira. Desde os 22 anos que trabalhava como designer de calçado, sabia que o sector se move lentamente. Já tinha questionado qual seria a abertura das pessoas à internet – a um novo conceito e ao modelo de mercado [online da Farfetch]. Durante a crise as pessoas estavam muito abertas a novos canais de vendas e a novas oportunidades. Havia menos a perder.

Leia a entrevista na íntegra na edição de Janeiro de 2019 da Executive Digest.

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