A TomTom tem uma nova ferramenta de previsão de autonomia para veículos elétricos (EV), com o objetivo de reforçar “o seu compromisso por um mundo mais limpo”, revela a empresa num comunicado enviado às redações.
Esta novidade surge na sequência da colaboração com a Hubject e a Eco-Movement. “O novo TomTom Routing and Range vai estar disponível em modelos elétricos selecionados de parceiros, já no final deste ano”, pode ler-se na mesma nota.
“Se queremos um futuro com um ar mais limpo, precisamos de liderar a revolução elétrica. Isso significa reduzir barreiras aos condutores de veículos elétricos e ter uma abordagem 360° aos EV que nos diferencie da concorrência”, referiu Antoine Saucier, Managing Director, da TomTom Automotive, em comunicado.
O responsável refere ainda que “não é nenhuma surpresa que o nosso amplo conjunto de tecnologias especializadas em localização EV, profundamente integradas, continue a ser selecionado pelos principais fabricantes de automóveis para impulsionar esta revolução.”
Os fatores de previsão de autonomia de EV da TomTom estão relacionados com o nível de bateria atual e máximo, velocidade de condução, tipo de estrada e inclinação, bem como historial de dados de trânsito e trânsito em tempo real.
Embora a previsão de autonomia de muitos modelos elétricos flutue muito, a TomTom demonstrou, com um parceiro OEM, a precisão de autonomia a nível de um dígito para uma viagem de 180 quilómetros.
“Esta previsão de autonomia superprecisa oferece aos condutores uma garantia on-time de quão longe podem chegar com o seu veículo elétrico”, explica a empresa.
Adicionalmente, a TomTom adianta ainda que “o planeamento de rotas EV de longa distância mais recente fornece automaticamente aos condutores rotas otimizadas com base na autonomia e comportamento de recarga do veículo, a situação do trânsito na estrada e informações de pontos de recarga em tempo real”.
Assim, é possível que “o veículo prepare a sua bateria para um desempenho de carregamento rápido, aumentando a vida útil da bateria e reduzindo os custos totais de propriedade”, conclui a marca.










