A empresa liderada por Elon Musk será uma das 10 empresas mais valiosas do Standard & Poor’s 500, tendo em conta o seu preço de fecho desta segunda-feira no índice Nasdaq – encerrou a ceder 0,10% para 408,09 dólares por ação, com uma capitalização bolsista de 386,83 mil milhões de dólares, indica o Jornal de Negócios.
Em julho, ao apresentar os resultados do segundo trimestre, a Tesla reportou o quarto trimestre consecutivo de lucros, no contexto da GAAP (ou seja, com a aplicação das normas contabilísticas), tornando assim as suas ações elegíveis para integrarem o S&P 500.
No entanto, a 5 de setembro, a entidade que gere este índice – a S&P Dow Jones Indices – acabou por não aprovar esta entrada, o que surpreendeu o mercado e levou as ações a afundarem mais de 21% na sessão seguinte. Não foi dada qualquer justificação.
O “comité do índice” da S&P Dow Jones Indices reúne-se trimestralmente para reavaliar o índice, mas as empresas podem ser integradas ou retiradas do S&P a qualquer momento.
A inclusão é baseada tanto em fatores quantitativos como qualitativos. Além disso, a empresa tem de estar sediada nos EUA e já estar cotada na NYSE (bolsa de Nova Iorque), Nasdaq (índice tecnológico) ou CBOE (bolsa de opções de Chicago). Tem também de ter um “market cap” superior a 8,2 mil milhões e reportar quatro trimestres consecutivos de lucros no âmbito do GAAP.



