Marcelo Rebelo de Sousa afirmou ontem, em entrevista à RTP, que “é preciso que genericamente se dê o exemplo”, apelando a que não seja dado “um sinal destes num momento de sacrifício dos trabalhadores” e pedindo “bom senso para não haver aumentos”.
O Presidente da República, que falava no âmbito da sua recandidatura ao cargo, admitiu ter percebido o que se passou depois de perguntar, reconheceu mesmo “uma redução de 33% dos vencimentos”, mas sublinhou: “Em política o que parece é. Não se trata de estatizar, nem de gastar fortunas com a empresa ou levá-la à falência, mas de voltar a um acordo do género do que existia em fevereiro com a Lufthansa. Deve fazer-se mais para que a perceção seja melhor.”
Depois de serem conhecidos os aumentos de três administradores da companhia aérea, Bloco de Esquerda e PSD questionaram o Governo acerca da decisão.
Ontem, Miguel Frasquilho, Presidente do Conselho de Administração da TAP, revelou que abdicava do aumento de 1.500 euros.









