Santander vai premiar presença de mulheres em cargos de chefia

O banco espanhol Santander pretende premiar a presença feminina em cargos de chefia para que a percentagem de mulheres na gestão da empresa suba para 30,5% em 2024 face aos atuais 26%.

Mariana da Silva Godinho

O banco espanhol Santander pretende premiar a presença feminina em cargos de chefia para que a percentagem de mulheres na gestão da empresa suba para 30,5% em 2024 face aos atuais 26%.

Para o atual ano de 2022, o banco preparou várias modificações na remuneração dos funcionários, que serão avaliadas na assembleia geral de dia 1 de abril, onde introduz de forma mais acentuada a presença feminina, segundo o ‘Cinco Dias’.



Para além disso, o banco ainda atualizou as métricas de cumprimento dos objetivos plurianuais, introduziu o ROTE, retorno sobre os ativos tangíveis, e tornou-se mais exigente no cumprimento do objetivo de retorno total ao acionista.

Num documento a que a publicação teve acesso, o Santander explica que as mudanças são para “incorporar as melhores práticas de mercado com a missão de priorizar a rentabilidade de longo prazo tanto para o acionista quanto para o Banco Santander, bem como a sustentabilidade do balanço e da atividade do banco e a forma como são feitas”.

Os objetivos plurianuais só conseguirão ser alcançados se a percentagem de mulheres em cargos de topo for igual ou superior a 30,5%, e só serão aplicados bónus quando esses valores forem superiores a 28%. Em 2020, as mulheres representavam 23,7% da chefia e em 2021 26%. O objetivo de Ana Botín, Presidente do Santander, é alcançar os 40%.

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