A Ryanair, a companhia aérea low cost que transportou 154 milhões de pessoas na Europa, o ano passado, anunciou que a partir das 0:00 do dia 25 de março deixará de voar, como resultado do impacto negativo da pandemia de coronavírus.
Porém, a empresa esclarece que haverá uma exceção, ou seja, a low cost decidiu assegurar “um pequeno número [de voos] destinado a manter a conectividade essencial, principalmente entre o Reino Unido e a Irlanda”, segundo avança o ‘Expansion’ citando o comunicado da empresa
Até ao momento em que se concretizar esta medida, e no cumprimento das exceções que enumerou, o grupo liderado por Michael O’Leary cortará “mais de 80%” dos seus horários de voo.
“A disseminação do vírus Covid-19 levou a maioria dos governos da UE a impor severas proibições e restrições de viagens, o que impactou negativamente a programação de todas as companhias aéreas do grupo”, justificou a empresa irlandesa.
As companhias aéreas estão a preparar-se para a suspensão, praticamente, de todas as suas atividades na Europa, exceto operações essenciais que tenham e se realizar por razões de saúde, fornecimento ou mobilidade forçada.





