Resultado do primeiro trimestre confirma solidez da NOS, afirma CEO

O presidente executivo (CEO) da NOS afirma que o resultado do primeiro trimestre da empresa confirma a sua solidez e que perante um contexto “muito desafiante” o grupo acelerou o crescimento das receitas.

Executive Digest com Lusa

O presidente executivo (CEO) da NOS afirma que o resultado do primeiro trimestre da empresa confirma a sua solidez e que perante um contexto “muito desafiante” o grupo acelerou o crescimento das receitas.


O resultado líquido da NOS subiu 4,7% no primeiro trimestre, face a igual período de 2025, para 62,0 milhões de euros e areceita consolidada “atingiu 460,2 milhões de euros, um crescimento de 1,9% com um forte contributo das receitas dos segmentos de TI e de cinema e audiovisuais”, segundo o grupo.


“O primeiro trimestre de 2026 confirma a solidez da NOS”, diz Miguel Almeida, citado no comunicado dos resultados do primeiro trimestre.


“Num contexto muito desafiante, conseguimos acelerar o crescimento de receitas, assente no crescimento do número de serviços que diariamente prestamos aos nossos clientes, reflexo de uma estratégia consistente e de uma execução rigorosa”, salienta.


A NOS, tal como as principais operadoras, ficou com a rede afetada devido ao comboio de tempestade que assolou a região centro no final de janeiro e início de fevereiro.

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Além disso, o “reconhecimento da S&P Global, que subiu o ‘rating’ da NOS para “BBB” com perspetiva estável, vem validar esta leitura”, acrescenta.


Esta trajetória “assenta numa base sólida de investimento”, refere o CEO.


Com um investimento acumulado superior a 420 milhões de euros entre 2020 e 2024, “posicionamo-nos na vanguarda da inteligência artificial [IA], da ciência de dados, da cloud e da cibersegurança, com aplicações em setores críticos como a saúde, a indústria e as cidades inteligentes”, aponta.

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O crescimento do negócio empresarial, em telecomunicações e TI “reforça a nossa capacidade de criar valor, num momento em que as empresas portuguesas aceleram a sua transformação digital”, sublinha.


Paralelamente, a transformação interna assente em inteligência artificial já está a gerar eficiências operacionais mensuráveis, como demonstra a expansão significativa da margem operacional no negócio de telecomunicações”.


“Continuaremos focados no essencial: prestar um melhor serviço aos nossos clientes, sermos mais eficientes nas nossas operações e mais relevantes para o desenvolvimento económico e social de Portugal”, acrescenta.


O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) melhorou 3,1% face aos primeiros três meses do ano passado para 203,3 milhões de euros, com contributos positivos de todos os segmentos de negócio.



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