O Ministério da Educação (ME) decidiu criar um novo campo de justificação de faltas na plataforma de gestão de recursos humanos (SIGRHE), para que os professores pertencentes a grupos de risco possam ser substituídos todas as semanas, através de reservas de recrutamento, avança esta sexta-feira o ‘Jornal de Notícias’ (JN).
A Direcção-Geral da Administração Escolar (DGAE) comunicou esta medida na quinta-feira, segundo o ‘JN’, que adianta que o SIGRHE, habitualmente usado para que os directores indiquem quando algum professor faltam e pedir a sua substituição, tem agora um novo campo «Substituição de Docentes – Covid-19», com o objectivo de preparar «o bom funcionamento dos estabelecimentos de ensino no âmbito do quadro de saúde pública» que se vive actualmente.
De acordo com a mesma publicação a criação deste novo campo prendeu-se com a necessidade de o Governo saber quantos docentes de grupos de risco vão apresentar uma declaração médica que justifique uma ausência de 30 dias, sem que com isso deixem de ser remunerados.
Recorde-se que na quinta-feira o ‘Público’ já tinha avançado que os professores ainda não sabiam os comportamentos a adoptar pelos docentes de grupos de risco, pois não tinha sido dada qualquer orientação.
Nesse mesmo dia o mesmo jornal avançou que o secretário de Estado adjunto e da Educação, João Costa, veio garantir que os professores de grupos de risco não podem exercer em regime de teletrabalho, tendo como única opção a baixa médica.







