PSA quer produzir no Irão após acordo nuclear

A PSA está a ponderar produzir no Irão, juntamente com a sua parceira Iran Khodro, após o acordo diplomático ter sido finalizado, representando o fim das sanções para o país do Médio Oriente relativas ao programa nuclear. O grupo francês pretende reconstruir o seu negócio após ter sido obrigado a parar toda a sua actividade no Irão aquando das sanções económicas que foram alargadas até ao sector automóvel. A ideia é começar imediatamente a produzir as novas gerações de modo a que possam ser vendidas não só no Irão, mas também em países como o Azerbeijão, Iraque, Arménia, Uzbequistão, Turquemenistão, Síria…

Mariana Dias

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A PSA está a ponderar produzir no Irão, juntamente com a sua parceira Iran Khodro, após o acordo diplomático ter sido finalizado, representando o fim das sanções para o país do Médio Oriente relativas ao programa nuclear.



O grupo francês pretende reconstruir o seu negócio após ter sido obrigado a parar toda a sua actividade no Irão aquando das sanções económicas que foram alargadas até ao sector automóvel.

A ideia é começar imediatamente a produzir as novas gerações de modo a que possam ser vendidas não só no Irão, mas também em países como o Azerbeijão, Iraque, Arménia, Uzbequistão, Turquemenistão, Síria e Afeganistão. Segundo um relatório dado pela televisão iraniana Press TV, a percentagem correspondente à exportação desta fábrica será de 30%.

Embora a Iran Khodro seja a empresa apontada para actuar como parceira da PSA, existe também a possibilidade de ser a Saipa, responsável pela produção de modelos Citroën no país, a parceira para esta reentrada do grupo gaulês naquele mercado.

Especialistas da indústria crêem, no entanto, que o ritmo económico do país demorará ainda algum tempo até se ajustar aos novos padrões internacionais.

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