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Proximidade é factor-chave

A rede comprarcasa, no mercado há 15 anos, tem apostado na proximidade como uma das mais-valias do seu negócio. e destaca o papel do profissional de mediação imobiliária na sociedade, enquanto potenciador e criador de valor nos processos de compra e venda

ComprarCasa é uma Rede Imobiliária integrada exclusivamente por associados da APEMIP (Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal) e da UCI (União de Créditos Imobiliários), criada em Junho de 2004. Para Luís Mário Nunes, director-geral da empresa, um dos grandes trunfos da rede ComprarCasa reside nos seus fundadores. «Em verdade, uma rede que tenha por base empresas de mediação imobiliária legalizadas e associadas da APEMIP, logo defensoras da ética e boas práticas profissionais, é um enorme garante da própria instituição», explica o responsável.

Outro trunfo prende-se com o próprio ADN da marca. A ComprarCasa, desafia-se a ser uma família e procura ir ao encontro dos interesses regionais e locais, desde que não ponham em causa o bem comum do todo. No fundo, cada unidade de negócio é autónoma e independente, procurando a marca encontrar os desafios locais que ajudem ao posicionamento de cada uma nos seus próprios mercados. A aproximação às lojas é outra das mais-valias e que faz parte do reforço do ADN da marca.

Por fim, a relação. «É normal dizermos na rede ComprarCasa que, “por vezes, aparecem por aqui imóveis, já que o nosso grande desafio são as pessoas!”. Em realidade, seja pelo nosso ADN, seja por aquilo em que acreditamos, a nossa missão assenta em relações; de nós com as nossas lojas e destas com o mercado em que estão inseridas», reforça Luís Mário Nunes. Também o perfil dos compradores sofre mutações, o que obriga à ComprarCasa a estar devidamente habilitada para entender e ajudar os compradores a encontrarem a solução para as suas necessidades. «É verdade que hoje enfrentamos novas realidades.

Os Millennials são muito mais digitais que outros. Esta exigência obriga a desenvolver a capacidade de gerar conteúdo de valor acrescentado que faça com que este consumidor se interesse pelo produto da ComprarCasa em detrimento de outro», afirma Luís Mário Nunes.

Em termos de negócio, a ComprarCasa cresceu 22% em 2018, intermediando um volume negócios de aproximadamente 300 milhões de euros. Luís Mário Nunes refere que, neste primeiro trimestre, os resultados continuam numa senda positiva mas, tal como estimava, com crescimentos inferiores ao do ano transacto. Quanto ao futuro, o director explica que o maior desafio imobiliário reside na agilidade de adaptação às novas realidades do mercado.

Aponta o facto de os grandes centros urbanos serem hoje são procurados por clientes estrangeiros, uma realidade que considera que se manterá num futuro próximo, obrigando a desenvolver os necessários atributos para responder a esta exigência. Luís Mário Nunes acredita também que o mercado tenderá a evoluir para a sustentabilidade. «Se já é habitual ouvirmos dizer que todos deveremos trabalhar com vista a que sejam concedidos créditos responsáveis, no futuro próximo começaremos a ouvir que sejam concedidos créditos sustentáveis para adquirir produtos imobiliários também eles sustentáveis», finaliza o director-geral.

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