PR: Carneiro concorda com Seguro e salienta disponibilidade do PS para compromissos

Segundo José Luís Carneiro, “o PS teve sempre um diálogo construtivo em função do interesse do país”

Executive Digest com Lusa
Março 9, 2026
12:35

O secretário-geral do PS manifestou hoje total concordância com o teor do discurso de posse do novo Presidente da República e salientou que a ausência de compromissos políticos, até agora, não se deveu à indisponibilidade dos socialistas.

Esta posição foi transmitida por José Luís Carneiro na Assembleia da República, numa primeira reação ao discurso proferido por António José Seguro após ter tomado posse como chefe de Estado.



Interrogado sobre o apelo feito por António José Seguro a favor da estabilidade política e de consensos de regime, o secretário-geral do PS declarou: “Desde julho do ano que o PS tem apresentado um conjunto vasto de propostas que estão precisamente de acordo com as preocupações do senhor Presidente da República”.

“Reconhecerão que se até agora não houve entendimentos em várias áreas, tal não se deve à falta de disponibilidade e de contributos concretos apresentados pela liderança do PS”, sustentou.

Segundo José Luís Carneiro, “o PS teve sempre um diálogo construtivo em função do interesse do país e, naturalmente, a abordagem apresentada pelo Presidente da República representa uma matriz que tem muito em comum com a sua própria abordagem.

Perante os jornalistas, defendeu que entre o Presidente da República e o PS há uma coincidência de posições em defesa de “uma estabilidade política que corresponda a opções que servem as necessidades básicas fundamentais”, designadamente ao nível das funções de soberania, um Estado eficaz na ordem interna e baseado no direito internacional, na Carta das Nações Unidas”.

“Precisamos de um Estado que coloque os compromissos políticos ao serviço das políticas: respostas na saúde, na habitação, nos salários e nas condições de vida, particularmente das mais jovens gerações. Essas são as prioridades políticas desde que assumi funções como secretário-geral do PS”, advogou.

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