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Património de valor

Ser um motor do ecossistema é um dos objectivos da fidelidade quando em causa está a inovação e o empreendedorismo. E são vários os trabalhos em curso e acções no terreno, seja internamente ou junto dos stakeholders

A inovação é valor do património da Fidelidade, sendo um dos princípios que mais tem contribuído para que a seguradora se mantenha à frente do mercado. Por isso, e conforme sublinha Sérgio Carvalho, director de Marketing da Fidelidade, todos os trabalhos encetados são para continuar, já que a actual mudança de comportamentos a que hoje se assiste é, como diz, «comportamental». Só assim será possível «continuar a apresentar propostas de valor concretas e reais para as pessoas».

Num ambiente cada vez mais competitivo, o empreendedorismo e a inovação assumem-se como estratégicos. Qual é o posicionamento da Fidelidade?

A Fidelidade acredita na inovação como valor maior, capaz de dar um novo fôlego à Economia e à sociedade. Estamos ao lado dos empreendedores para apoiar os que querem investir nas suas ideias e nos seus projectos, gerando negócio. Acreditamos que os empreendedores são criadores de novas dinâmicas de trabalho e de uma nova Economia, capaz de impulsionar as empresas e Portugal.Queremos aprender com quem pode fazer a diferença.

Ao lado dos empreendedores, sabemos que podemos descobrir novas ideias, novos métodos de trabalho e aplicá-los no desempenho da nossa actividade, gerando uma energia renovadora e, por consequência, uma maior produtividade. Abrir as portas aos empreendedores e à inovação para crescer tem sido uma das nossas prioridades, nomeadamente com a criação e desenvolvimento do Protechting. É preciso alargar horizontes, pensar como é que alguns projectos podem contribuir para o desenvolvimento da actividade, da eficiência, do negócio. É por isso que impulsionamos o empreendedorismo. Porque queremos aprender e crescer ao lado de quem quer inovar.

Como descreve o ADN da empresa?

A Fidelidade é uma empresa Human Centric. Uma empresa de pessoas para pessoas. Temos o privilégio de ter um papel importante na vida de mais dois milhões de pessoas, todos os dias. A segurança que os nossos clientes sentem através dos nossos produtos é o sinal de reconhecimento do nosso valor. O serviço que prestamos a cada um reflecte o contributo individual de todos os colaboradores desta companhia. A nossa história orgulha- -nos, desafia-nos, dá-nos força, responsabilidade e inspiração para reinventar o futuro. Acreditamos que é sempre possível encontrar melhores soluções para proteger a vida.

É este espírito que nos impulsiona a mudar e a reinventar o que fazemos. Queremos saber sempre mais e tentamos ir sempre mais além em tudo o que fazemos. Superamo-nos para continuar a transformar a sociedade e poder estar próximos de quem mais precisa, quando assim é necessário. Este é o ADN da Fidelidade. Para que a vida não pare.

Assume-se como “uma casa a fervilhar de inovação, que se reinventa diariamente”. Quando começaram a despertar para estas matérias?

A inovação é um valor constante do património. É ela que tem impulsionado esta seguradora a adaptar-se às evidentes evoluções do tempo, continuando presente e a liderar um mercado que está a enfrentar uma grandiosa mudança de paradigmas e mentalidades, potenciada por uma maior inovação tecnológica e digital.

Quais são os drivers desta mudança?

As pessoas. Porque não é o mundo que está diferente. Somos nós. São as pessoas que estão a mudar o mundo a fazê-lo evoluir e se inovamos é porque há cada vez mais pessoas a impulsionar esta mudança que não se traduz apenas na adopção de novas tecnologias ou ferramentas digitais. A mudança a que assistimos hoje é estrutural.

É uma mudança de mentalidades, uma alteração na forma de ser e estar, de percepcionar o mundo e os valores que nos rodeiam, de entender a sociedade e de avaliar qual o papel de cada um neste ecossistema. É isto que temos que perceber se queremos continuar a apresentar propostas de valor concretas e reais para as pessoas, se queremos continuar a ser pioneiros na protecção dos nossos clientes, em Portugal e nas outras geografias onde estamos presentes e onde pretendemos levar o nosso conhecimentos e as nossas maior-valias.

Líder inquestionável do sector, já assumia a linha da frente em vários campos, mas tem agora uma postura renovada. Como é que estão a tornar a organização mais ágil e digital neste esforço de inovação?

Nada se faz de um dia para o outro, como é óbvio, e mudar paradigmas implica alterar a forma de pensar, mentalidades. Este é o maior desafio, que tem que ser construído. As novas tecnologias já começaram a revolucionar o nosso dia-a-dia e o dos nossos parceiros. Se, por um lado, as pessoas são efectivamente o factor diferenciador da Fidelidade, a tecnologia permite-nos ir mais longe e chegar mais facilmente aos nossos clientes e às suas famílias. E é este é o caminho que queremos continuar a seguir, utilizando a tecnologia para facilitar de diversas formas a vida de todos aqueles que confiam em nós.

Na Fidelidade está a ocorrer uma grande revolução a nível dos processos internos, os quais, embora sem visibilidade para os clientes, têm como preocupação a geração de claros benefícios para eles. Por exemplo, a um nível macro, a utilização de técnicas de ‘Machine Learning’ que permitem o desenvolvimento de inteligência analítica levando ao conhecimento dos clientes de forma mais precisa e eficiente e a segmentação de clientes que permite disponibilizar soluções e comunicação dirigidas às reais necessidades de cada pessoa, a partir do conhecimento das suas características.

Estes são apenas alguns exemplos do impacto da tecnologia nos processos internos mas a transformação digital que está a ocorrer naturalmente também afecta a forma como os nossos parceiros de negócio exercem a sua actividade. É por isso que a Fidelidade está a desenvolver inúmeras formas de tornar mais estreita a relação dos seus agentes com os clientes e a dotar os seus parceiros com instrumentos cada vez mais eficazes de gestão de negócio, fazendo-os perceber que as novas tecnologias e a digitalização são ferramentas que, se bem aplicadas, são verdadeiros auxiliares de negócio e permitem a expansão da actividade, no sentido em que, agilizando processos e permitindo um maior conhecimento dos clientes, libertam-nos para a sua maior mais-valia: fomentar e desenvolver a relação e a proximidade com cada cliente.

Existe alguma área dedicada à Inovação e Empreendedorismo? Qual é a estratégia?

A inovação e o empreendedorismo são hoje conceitos intrínsecos em todo o Grupo e que, por isso mesmo, vão sendo diariamente cultivados por todos nós, nas nossas actividades diárias. Contudo, existem algumas áreas na Fidelidade que, pelas suas funções concretas, estão obviamente mais empenhadas em impulsionar estes dois objectivos: inovar e empreender. Novas áreas como o Center for Transformation e a Direcção de Advance Analytics, que se vieram juntar à Direcção de Marketing, à Direcção de Desenvolvimento de Negócio e à própria Fidelidade Informação e Tecnologia.

Todas estas áreas, por motivos diversos, assumem responsabilidades num ecossistema de Inovação que procura integrar todos os stakeholders da Fidelidade para garantir que a inovação não é um “quintal”, mas sim uma atitude e valor base da forma de estar na Fidelidade no seu sector e na sociedade em geral. Por exemplo o Center for Transformation procura zonas de disrupção com foco em novas áreas de actuação em ecossistemas que já hoje integram a Fidelidade, como a mobilidade e a casa. Procurando assim responder a necessidades dos nossos clientes que vão para lá da gestão do risco, território normal das seguradoras, pelo menos na perspectiva dos nossos clientes.

Estas equipas, pelas suas características, são compostas de perfis diversos que misturam a experiência em seguros, mas que aportam sobretudo novas competências associadas à inovação, como competências no digital e foco na experiência do cliente e utilização de metodologias de trabalho como o agile ou design thinking.

A promoção de uma cultura empreendedora funciona como um catalisador da mudança. O que é que isto já trouxe à empresa?

Se pensar concretamente no Protechting que em 2018 teve a sua 3.ª edição e que é o símbolo do empreendedorismo no Grupo Fidelidade – a última edição foi apoiada pela Fidelidade, pela Fosun, pela Luz Saúde e pelo banco alemão H&A – posso dizer ao longo das três edições do Protechting interagimos com mais de 400 startups, de 50 países. Estas interacções deram origem à realização de 62 pilotos que envolveram colaboradores e áreas de todas as empresas que apoiam o projecto.

Este processo gerou conhecimento com um impacto relevante na cultura de inovação e empreendorismo das nossas empresas, tornando-nos mais capazes de enfrentar os desafios de um mundo em rápida evolução. Para maximizar o valor do Protechting, estamos a apostar na criação de uma comunidade de Alumni com iniciativas e oportunidades únicas para todas as startups que já integraram o programa, nomeadamente através da participação activa dos Alumni em próximas edições do Protechting. Olhando para o futuro, a Fidelidade e Fosun querem continuar a participar como motor do ecossistema de empreendedorismo e inovação sediado em Portugal.

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