Nos centros comerciais, os lojistas admitem ter de vir a despedir entre 20 a 30 mil trabalhadores se não existirem alterações às rendas, avança o “Correio da Manhã” (CM).
O “CM” escreve que em Setembro, com o fim da moratória das rendas, os lojistas terão de compensar os valores em atraso, além da prestação habitual. Todavia, queixam-se dos custos fixos e da quebra prevista na procura.
Em declarações ao jornal, a Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR), que junta 120 insígnias, pede que contratos das lojas sejam estendidos pelo «mesmo número de meses» em que vigorarem as suspensões.
Por outro lado, para proteger o emprego e impedir que o investimento internacional (80%) seja afectado, a AMRR propõe benefícios fiscais a lojistas e arrendatários.
Recorde-se que Portugal regista já 32.895 casos de infecção pelo novo coronavírus e 1.436 vítimas mortais, de acordo com a DGS.
A 3 de Maio, Portugal entrou em situação de calamidade devido à pandemia, prolongada até 14 de Junho, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de Março.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias “France-Presse”, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 379 mil mortos e infectou mais de 6,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.




