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Open minds for a better world

Despertar os formandos para os grandes desafios das suas organizações sem esquecer o ambiente em que estão inseridas está no topo das prioridades do iseg

Com 100 anos de experiência, é uma escola moderna e actual, recentemente reconhecida internacionalmente pela agência de acreditação AACSB. É desta forma que o ISEG se apresenta ao mercado. «A nossa formação proporciona uma combinação única de solidez quantitativa (temos tradição e prática na área da matemática, data analytics, econometria) com uma contextualização social», sublinha Clara Raposo, presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). Ou seja, a escola forma pessoas completas, para além de profissionais tecnicamente sólidos nas áreas da economia e da gestão.

«Os nossos graduados estão despertos para os grandes desafios das suas organizações, enquadrando-os nos desafios ainda maiores que o nosso planeta enfrenta como um todo – ou seja, o ISEG forma líderes com uma especial capacidade de trabalho colaborativo, graças ao nosso ambiente de grande diversidade e pluralidade», acrescenta Clara Raposo.

Um outro aspecto a valorizar é a pertença à Universidade de Lisboa e a centralidade do ISEG no coração de Lisboa e consequentemente próximo da vida real – quer do meio empresarial, quer de uma vida social e cultural. E é neste quadro que traz para oensino a excelência da investigação científica e a proximidade ao mundo das empresas.

O ISEG tem forte ligação ao meio empresarial, tal como uma importante relação com outros tipos de organizações, sejam elas privadas ou públicas. Essa ligação à realidade profissional reflecte-setambém na formação que ali tem lugar.

O MBA, que já vai na sua 35.ª edição, é hoje um programa totalmente oferecido em inglês, com um corpo de estudantes em que se encontra um mix de portugueses e alunos internacionais (circulam no ISEG mais de 4.500 alunos, dos quais 20% são não portugueses), com uma semana de imersão em Silicon Valley que, segundo Clara Raposo, abre horizontes quer àqueles que querem seguir caminhos na área do empreendedorismo, quer aos outros estudantes que, tendo objectivos de carreira em organizações mais maduras, veem de que forma podem inovar e fazer “renascer” as suas organizações.

No ISEG, existe ainda a tradição de oferta de pós-graduações que cobre áreas diversas, com cursos que se mantêm e renovam há décadas, assim como novas áreas de formação que vão surgindo e afirmando o seu espaço. Na área da formação de executivos há uma oferta de programas de qualidade e de menor duração do que as pós-graduações – há novos programas em áreas como data science e business analystics, gestão de luxo, imobiliário, ou strategic design and innovation –, muitos deles facilmente adaptáveis “à medida”, de acordo com as necessidades de diferentes entidades.

Aliás, esta a área da formação à medida ou customizada está a ser uma aposta da escola através da criação de soluções que vão ao encontro das necessidades específicas de uma empresa e organização e do perfil dos participantes. Estão também a ser criados produtos destinados ao mercado internacional, experiências de aprendizagem que aliam conteúdos de qualidade a experiências e visitas empresariais, tirando partido do ecossistema de Lisboa e promovendo activamente o networking e a troca de experiências. «É importante que a academia prepare profissionais capacitados para se integrarem no mercado de trabalho ou, até, para criarem novos mercados e competências», comenta.

É essencial que as universidades acompanhem aquilo que se passa no mercado, o que no caso do ISEG acontece, de forma sistemática, na ligação da universidade às empresas num diálogo contínuo com os empregadores dos novos graduados, num conjunto de iniciativas que são realizadas pelas universidades e empresas, na participação das empresas nos órgãos das universidades, como sejam os conselhos consultivos.

Adicionalmente, há profissionais que colaboram como professores convidados na universidade, aproximando os dois “mundos”. Inegável é que o desenvolvimento tecnológico dos últimos anos trouxe grandes alterações àquilo que se pode fazer dentro da sala de aula, bem como fora dela. Desta forma, professores e estudantes esperam hoje um tipo de preparação fora de aula e de contacto dentro dela de natureza diferente da de há 10 ou 20 anos. «No caso do ISEG isso é evidente em toda a nossa formação – com a utilização de tecnologia e metodologias actuais naquilo que ensinamos e na forma como o fazemos.

Sendo esta uma escola com uma grande tradição na área quantitativa, é com alguma naturalidade que acompanhamos os tempos neste mundo digital», assegura a presidente. Quanto às áreas de formação constata-se que, se por um lado se privilegiam formações com elevada componente de autonomia por parte destes estudantes (com componentes online), por outro não deixa de ser relevante o desenvolvimento de relações humanas e social skills durante estas formações.

Este último aspecto parece assumir ainda maior peso num período de maior digitalização, virtualização e aber-tura a formas de inteligência artificial. Ou seja, existe uma grande necessidade em materiais de apoio e preparação autónoma e uma grande exigência nos momentos de contacto presencial. Faz ainda parte do ADN do ISEG a preocupação com a “big picture” quando se toma uma decisão, «pelo que nos sentimos particularmente bem preparados para abraçar, no nosso ensino e aprendizagem, os 17 objectivos de desenvolvimento sustentável da ONU. Somos e promovemos “open minds for a better world”», acrescenta a presidente.

MOMENTOS DE APRENDIZAGEM

Com uma oferta variada, não é de estranhar que o ISEG se dirija a muitos perfis de públicos.

No MBA, que é um programa em horário pós-laboral, encontram-se profissionais já com alguns anos de experiência e responsabilidades de gestão, e o mesmo sucede com os estudantes internacionais. Nas pós-graduações pode ser encontrada uma maior diversidade de perfis: nalguns casos, jovens profissionais que pretendem aprofundar conhecimentos em áreas nas quais sentem lacunas; enquanto, noutros casos, há profissionais experientes que procuram refrescar e actualizar conhecimentos nas suas áreas de expertise, ou em novas áreas com vista a uma mudança de rumo nas suas carreiras.

Na formação executiva, os públicos também são múltiplos. Há programas para profissionais mais jovens, para aquisição “imediata” de novas competências, bem como programas para quem tem maior maturidade profissional e procura um espaço de aprendizagem, mas também de engagement com pares e professores que dão um acompanhamento mais abrangente. Nas formações intra-empresa, o perfil depende do caso concreto da formação que é solicitada (a quem se destina) e desenhada pelo ISEG.

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