Relativamente à empresa de Mark Zuckerberg, mudou de nome em outubro do ano passado, ao mesmo tempo que anunciou uma mudança do foco do negócio para o ‘metaverso’.
No processo, a MetaX explica que o novo nome do Facebook prejudicou o seu negócio. “A Meta foi esmagada pela conduta flagrante e ilegal do Facebook”, disse a empresa no processo judicial a que a ‘Business Insider’ teve acesso.
O fundador, Justin Bolognino, disse ainda, numa publicação no Twitter, que a MetaX colocou “sangue, suor e lágrimas” na construção deste negócio e que acabou por ser “prejudicada” pela ex-Facebook. Para além disso, disse que já o tinham questionado sobre se os seus produtos faziam parte da empresa de Zuckerberg.
No processo judicial são ainda mencionadas as semelhanças dos logótipos das duas empresas, com formas que se parecem com a letra M.
A publicação do Twitter dá ainda conta de que a ex-Facebook sabia da existência da MetaX e até já tinha pedido que colaborassem em trabalhos futuros.
Tendo em conta que estava preocupado com os efeitos na empresa, Bolognino escreveu à Meta a explicar os seus receios, ao que recebeu uma resposta a dizer que “os bens e serviços [fornecidos são] drasticamente diferentes”.
Com o processo, a MetaX pretende conseguir impedir a Meta de continuar a usar a palavra “Meta” em relação ao seu negócio ou aos seus serviços, e quer receber uma compensação monetária pelos danos causados, apesar de não especificar o valor.