Mau tempo: Águas de Coimbra assegura que água da rede tem qualidade para consumo

A empresa municipal Águas de Coimbra garantiu hoje que a água da rede pública se mantém segura para consumo no concelho e adiantou que não há “qualquer alteração da sua qualidade, apesar do atual período de cheias”.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 12, 2026
16:01

A empresa municipal Águas de Coimbra garantiu hoje que a água da rede pública se mantém segura para consumo no concelho e adiantou que não há “qualquer alteração da sua qualidade, apesar do atual período de cheias”.


Numa publicação nas redes sociais, as Águas de Coimbra asseguram que “o abastecimento cumpre todos os parâmetros legais de qualidade”, apelando à tranquilidade da população “quanto ao seu consumo normal”.


“A água distribuída cumpre todos os parâmetros legais de qualidade, sendo alvo de monitorização permanente pela empresa fornecedora, Águas do Centro Litoral, desde a captação até à entrega aos consumidores”, sublinha.


Segundo a empresa municipal, foi também reforçado o controlo do desinfetante residual (cloro) nos pontos de entrega.


“A água fornecida ao concelho, a partir da Estação de Tratamento de Água da Boavista, é exclusivamente captada em furos subterrâneos, não tendo sido afetada pelas inundações registadas”, realça.


As recomendações dirigidas à população dizem respeito apenas ao consumo de água não tratada, como a proveniente de poços, furos ou nascentes, situação que não se aplica à água distribuída pela rede pública, acrescenta.


Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.


A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.


As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.


O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.


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