São os líderes conscientes essenciais para criar ambientes de trabalho saudáveis, prevenindo problemas como o burnout e, ao mesmo tempo, aumentar a produtividade das equipas. Filipa Jardim da Silva, psicóloga clínica e diretora da clínica coletivo transformar, aconselha caminhos para uma melhor liderança em tempos de grandes alterações sociais e políticas.
Há falta de inteligência emocional nas empresas? Há, claramente! Temos algumas estatísticas que mostram que cerca de 50% das empresas ainda têm lideranças que seguem um modelo mais autoritário.
E as taxas de burnout a nível mundial mostram exatamente como as lideranças e as culturas organizacionais ainda têm muito a melhorar. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que, globalmente, a perda de produtividade terá custos de aproximadamente 1 trilião de dólares. E conseguimos fazer uma correlação direta entre aquilo que é uma liderança consciente e a melhoria da produtividade. Tudo começa nessa base da inteligência emocional, porque sem isso não é possível existir uma liderança consciente.
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