O Grupo Lego fechou o ano passado com 36,4 mil milhões de coroas dinamarquesas (DKK) de receita, ou seja, 4,87 mil milhões de euros. Trata-se de um crescimento de 4% face a 2017 – ou de 7% se considerarmos a evolução em moeda constante. As vendas globais também subiram 3%, segundo é revelado no mais recente relatório de resultados.
Quanto ao lucro operacional, o grupo dá conta de uma subida de 4% para 10,8 mil milhões de DKK (1,45 mil milhões de euros). O lucro líquido, por seu turno, saltou 3,5% para 8,1 mil milhões de DKK (1,09 mil milhões de euros).
De acordo com a Lego, os resultados conquistados, a par do reforço de quota nos principais mercados em que está presente, contrariam a tendência do mercado dos brinquedos. Em geografias mais consolidadas, como é o caso dos EUA ou Europa Ocidental, o crescimento foi de apenas um dígito. Na China, porém, chegou aos dois dígitos, reforçando a aposta neste país: só este ano, a Lego planeia abrir 80 novas lojas em 18 cidades chinesas.
«Sentimo-nos especialmente encorajados pelo nosso progresso, tendo em conta os desafios que a indústria dos brinquedos enfrenta e com o desaparecimento de alguns retalhistas especializados, como a Toys’R’Us. Estas mudanças deram-nos a oportunidade de fortalecer as nossas parcerias com retalhistas e descobrir novas formas de nos ligarmos aos consumidores, através dos canais físicos e digitais. Conseguimos também aumentar a quota da marca nos nossos maiores mercados a nível mundial, contrariando a tendência da indústria», afirma Niels B. Christiansen, CEO do Grupo Lego.




