Os técnicos de emergência pré-hospitalar são agora obrigados a descontaminar os veículos e as fardas com balde, esfregona e lixívia, avança o “Jornal de Notícias” (JN).
De acordo com o “JN”, o INEM prescindiu dos serviços de descontaminação de ambulância e fardas dos operacionais, que têm sido assegurados pela Guarda Nacional Republicana (GNR) nos últimos dois meses e meio.
Em declarações ao “JN”, a GNR referiu que, «desde o dia 31 de Maio, por solicitação do INEM, foram encerradas as linhas de descontaminação, mantendo a Guarda a disponibilidade e capacidade para proceder à sua reactivação se tal for solicitado».
Por sua vez, o INEM diz que se for «necessário reactivar as linhas de descontaminação – por existir um aumento exponencial do número de transportes, que exija uma descontaminação mais célere – isso será feito».
Recorde-se que Portugal regista já 32.895 casos de infecção pelo novo coronavírus e 1.436 vítimas mortais, de acordo com a DGS.
A 3 de Maio, Portugal entrou em situação de calamidade devido à pandemia, prolongada até 14 de Junho, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de Março.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias “France-Presse”, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 379 mil mortos e infectou mais de 6,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.










