Farfetch pode despedir até 25% dos trabalhadores. Estão 2.000 postos de trabalho em risco

O primeiro unicórnio português, a Farfetch, encontra-se numa espiral negativa, o que pode vir a resultado no despedimento de 25% da sua força laboral, estando em risco o posto de trabalho de 2.000 colaboradores.

Executive Digest

O primeiro unicórnio português, a Farfetch, encontra-se numa espiral negativa, o que pode vir a resultado no despedimento de 25% da sua força laboral, estando em risco o posto de trabalho de 2.000 colaboradores.

A notícia avançada esta terça-feira pelo ‘Público’ dá conta que a empresa liderada por José Neves tinha nos planos já o despedimento de 800 colaboradores, no entanto, mas a viabilização da empresa pode obrigar a duplicar o número de despedimentos.



A mesma fonte contacto diversos trabalhadores que apontam para números entre 1.700 e 2.000, cerca de 25% ou mais do total de 6.800 trabalhadores que a empresa tinha no fim de 2022.

Os trabalhadores estão a ser afetados pela derrocada das ações da Farfetch na bolsa de Wall Street. O unicórnio liderado por José Neves iniciou dispersão na bolsa de Nova Iorque em setembro de 2018. As ações, que chegaram a valer 73 dólares cada em 2021, fecharam ontem abaixo dos 0,73 dólares.

O “tombo” mais recente na bolsa de Nova Iorque deu-se no passado dia 30 de novembro, quando as ações da empresa caíram 50%, depois de a Farfetch ter emitido um comunicado a informar que “não anunciará seus resultados financeiros do terceiro trimestre de 2023 e não realizará a habitual conferência pelo telefone com analistas e investidores”.

Notícias recentes dão ainda conta que José Neves, está a estudar retirar a plataforma de e-commerce de luxo da bolsa de Nova Iorque, isto numa altura em que as ações acumulam uma queda de 64% desde o início do ano.

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